O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) segue acompanhando de perto o trabalho da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Porto Alegre para substituir as empresas gestoras de mais de 1,1 mil trabalhadores da área. A troca se dá após o fim do termo de colaboração de Santa Casa e Divina Providência com a prefeitura.
O encontro, nesta segunda-feira, 26, foi o segundo do Simers com o secretário de Saúde, Fernando Ritter, e demais integrantes da SMS. Uma primeira reunião, no último dia 20, já havia tratado, entre outras demandas, sobre a troca das empresas gestoras por meio de edital. A principal preocupação do Sindicato é quanto à garantia do pagamento dos direitos trabalhistas dos médicos e de outros profissionais na rescisão, bem como a recontratação dos mesmos trabalhadores.
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Segundo o coordenador do Núcleo de Atenção Primária, Alexandre Silveira, a SMS afirma que, apesar de não poder exigir em edital, irá pedir o comprometimento das futuras vencedoras quanto à recontratação dos profissionais. Já em relação à Santa Casa e Divina, a pasta também garante que as instituições pagarão os profissionais.
Silveira destaca que o Simers analisa a situação de perto e que fará os encaminhamentos necessários para garantir que os médicos tenham o pagamento de seus direitos trabalhistas, além da recontratação por parte das novas gestoras.
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