O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) cumpriu, nesta terça-feira, dia 24, uma intensa agenda em Brasília para debater com membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal uma série de pautas de interesse da categoria. Representaram o Sindicato o vice-presidente, Felipe Vasconcelos e o gerente de Relações Governamentais, Gabriel Larré.
A Santa Casa de Rio Grande foi o tema da primeira reunião, no gabinete do deputado Alexandre Lindenmeyer, ex-prefeito da cidade. A agenda contou com a presença do provedor do hospital, Renato Silveira. No encontro, também foram debatidos os problemas enfrentados pelo município de Montenegro e o projeto do PL 570/2025. Chamado também de “lei anticalote”, o PL prevê que o órgão público apenas irá realizar o depósito para a terceirizada após a empresa comprovar a quitação dos pagamentos do mês anterior.
Rio Grande e Montenegro voltaram à pauta ao lado de Santa Cruz, Parobé e Canoas, na reunião com Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde.
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Já o PL 570/2025 ganhou nova rodada de agendas no encontro com Capitão Alden, que manifestou interesse em ser o relator na Comissão de Administração e Serviço Público (CASP). Ainda no turno da tarde, projetos de interesse médico foram levados a mais parlamentares, como o deputado federal Dr. Frederico, presidente da Comissão de Legislação Participativa, e o deputado Pastor Sargento Isidório.
O diretor-geral do Simers, Willian Adami, juntou-se a Vasconcelos no gabinete do senador Marcos Pontes, onde foram debatidos os pedidos de fiscalização e controle que pedem auditorias no MEC de todos os processos de aberturas de cursos de Medicina, buscando mais transparência.
Na quarta-feira, o Simers estará presente em uma nova etapa das votações do Exame Nacional de Proficiência em Medicina. O Senado Federal aprovou a medida em dezembro de 2025, permitindo que o texto seguisse para a Câmara dos Deputados. Proposto por Marcos Pontes e relatado pelo senador Hiran, o PL altera a Lei nº 3.268, de 1957, para estabelecer que somente médicos aprovados no Exame de Proficiência poderão obter registro nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs).
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