Médicos que atuam no Hospital Divina Providência (HDP) em Frederico Westphalen aprovaram por unanimidade, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada na noite desta quarta-feira, 8, a possibilidade de paralisação caso os honorários em atraso não sejam quitados no prazo de 60 dias. A reunião foi conduzida pelo vice-presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Felipe Vasconcelos, e pelo delegado regional, Milton Rocha.
Durante a assembleia, foi colocada em votação a estratégia de suspender as atividades se não houver regularização dos pagamentos dentro do prazo estabelecido.
Como encaminhamento, ficou definido um prazo inicial de 30 dias para o adimplemento imediato dos honorários em atraso. Caso a quitação não ocorra nesse período, será concedido novo prazo de mais 30 dias. Se, ao final dos 60 dias, os valores seguirem pendentes, a paralisação poderá ser adotada.
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A equipe jurídica do Sindicato fará a notificação formal nos próximos dias, cobrando os valores devidos. No documento, também será incluído o valor em atraso relacionado ao município de Caiçara.
O vice-presidente do Simers, Felipe Vasconcelos, alertou para a desvalorização dos médicos dentro da instituição e reforçou que a categoria está disposta a endurecer a mobilização caso não haja solução para os atrasos.
O Sindicato reforçou que a prioridade é a regularização dos pagamentos, com respeito ao trabalho médico e à manutenção da assistência prestada à população.
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