O Núcleo de Atenção Primária do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) acompanha com preocupação a situação dos profissionais das 67 unidades de saúde de Porto Alegre que serão administradas por uma nova empresa. Desde a informação, ainda em dezembro de 2025, da ruptura dos contratos do Divina Providência e da Santa Casa com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a entidade vem tomando medidas.
Nas reuniões com o secretário de Saúde, Fernando Ritter, o Simers alertou para as fragilidades e riscos impostos aos profissionais. Foram colocadas alternativas para tentar proteger a categoria contra a precarização dos contratos de trabalho. O Sindicato também ouviu os médicos das unidades de saúde envolvidas.
Com o anúncio do Instituto de Apoio à Gestão (IAG) como vencedor da licitação, instalou-se um clima de insegurança entre os profissionais, diante da possibilidade de drástica redução nas remunerações.
O Simers tem nova reunião agendada com o secretário de Saúde e buscará garantir, no mínimo, a manutenção da remuneração.A entidade também solicitará esclarecimentos junto ao IAG e não medirá esforços para que a categoria seja valorizada e a assistência à população não corra riscos.
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