Uma equipe do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), liderada pela conselheira Lúcia Osório, esteve no Hospital São Camilo, de Esteio, na tarde desta quinta-feira, 22, verificando as condições de trabalho. Novamente, os profissionais relatam honorários pagos em atraso. A gestão da assistência em quase toda a instituição é feita pela Associação Saúde em Movimento (ASM).
Na cirurgia, os médicos receberam, dia 16, apenas 50% do valor referente a dezembro. O depósito deveria ter sido feito dia 10. Na emergência, administrada por outra empresa, o IBSaúde, que quarteiriza as escalas para a Gold Master, dezembro está em aberto e os plantonistas foram informados que a data de pagamento mudou para dia 25. Não é a primeira vez que a data é alterada sem negociação ou aviso prévio. Eles também relataram falta de alguns insumos.
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“O que vemos é a falta de valorização dos médicos e, quando isso acontece, a instituição corre o risco de ver as equipes saindo. Quando há uma relação de confiança, os profissionais ficam e isso é importante para a assistência da comunidade. Cria um vínculo”, afirma Lúcia Osório.
O Simers irá pedir esclarecimentos sobre o motivo dos atrasos e cobrar providências.
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