O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) participou de nova audiência na Justiça do Trabalho de Canoas da ação coletiva movida contra o Instituto de Administração Hospitalar e Ciências da Saúde (IAHCS), que administrava o Hospital de Pronto Socorro (HPSC), e a Prefeitura. O processo busca os valores devidos aos médicos após demissão coletiva no início de junho de 2025, quando o Município rompeu contrato com a gestora.
A sessão desta quinta-feira, 19, tinha como objetivo que as partes juntassem provas. A conselheira do Simers, Cristiane Ribas, representou a entidade na audiência. Não houve conciliação. Em sete de abril se encerra o prazo para que os representantes façam as alegações finais para que a ação seja julgada.
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A demissão coletiva impactou mais de 600 trabalhadores, incluindo 75 médicos. O prédio do HSPC foi fechado devido à enchente de 2024 e a instituição passou a funcionar no Hospital Nossa Senhora das Graças até ser totalmente desativada pelo Município.
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