O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) realizou mais uma etapa de visitas técnicas a unidades de saúde do Litoral Norte. Nesta quarta-feira, 15, a comitiva liderada pela conselheira Denise Affonso, acompanhada pelas equipes das assessorias jurídica e de relações governamentais, esteve em Imbé.
Nas Unidades de Saúde da Família (USFs) Santa Terezinha, Albatroz, Mariluz e Nova Nordeste, a principal demanda dos médicos é sobre a falta de segurança e de protocolos para lidar com conflitos. E, no Centro de Especialidades, os médicos apontaram lacunas críticas na escala de pediatria, relatando a substituição desses especialistas por clínicos gerais.

Além de todos os problemas apontados, o Simers também se deparou com uma acentuada precarização dos vínculos de trabalho. A maioria dos profissionais atua como Pessoa Jurídica (PJ) por meio de terceirizadas. Os médicos denunciaram reduções recentes nos valores pagos por essas empresas, comunicadas apenas por telefone, sem qualquer formalização ou transparência contratual.
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Denise Affonso reforçou que a entidade irá cobrar providências das gestões municipais e das empresas contratantes, reiterando que não será admitido que o médico trabalhe sob ameaça ou com perdas remuneratórias injustificadas. Nesta quinta-feira, 16, a equipe do Simers segue a agenda de fiscalizações nas unidades de saúde de Tramandaí e Cidreira.
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