A Vida

Simers distribui livro “Obrigado Dr!” para crianças na Feira do Livro de Porto Alegre


Os livros foram distribuídos pelo voluntariado do Simers. Foto: Cristiano de Oliveira/Simers

Na última quarta-feira (07) o grupo de voluntariado do Simers fez a entrega da publicação “Obrigado Dr!”, na 64ª Feira do Livro de Porto Alegre. O livro tem 54 páginas contendo desenhos feitos por 108 crianças internadas ou que estavam aguardando consulta no Hospital da Criança Conceição e no Hospital da Criança Santo Antônio. O material foi distribuído de forma gratuita para aproximadamente 400 crianças de escolas públicas de Porto Alegre, Viamão, Gravataí e Canoas nos turnos da manhã e tarde.

O livro é um projeto desenvolvido pelo Museu de História de Medicina (MUHM), em parceria com o setor de Responsabilidade Social do Simers, que conta com voluntários da entidade, funcionários e estudantes de Medicina. Essa é a 6ª edição da iniciativa, que tem o objetivo de homenagear e agradecer aos médicos pelo trabalho e a dedicação aos seus pacientes. Para confecção dos desenhos, cada criança recebeu um kit (com lápis de cor e folha) para desenhar e pintar para o seu médico e o tratamento que foi recebido pelo profissional.

Para o diretor do Simers Germano Bonow, que esteve no local fazendo parte da ação de entrega dos livros as crianças, trata-se de um trabalho amplo que atinge não apenas médicos e os pequenos pacientes. “Sem dúvidas é um trabalho muito gratificante tanto para o profissional que recebe o livro, para a criança que faz o desenho, para quem fez o trabalho voluntário, para as instituições que propiciaram a ação e para a comunidade como um todo. É algo extremamente positivo em diversas frentes”, salienta Bonow.

O estudante de Medicina Henrique Rojas, integrante do Simers Núcleo Acadêmico, também esteve no local distribuindo o material. Ele representou os integrantes da Medicina que fazem parte do voluntariado da instituição. Para o acadêmico, a participação no projeto foi de aprendizado. “Foi muito importante participar da ação, pois, para nós estudantes de medicina, é essencial o contato com os pacientes, seja adulto ou criança. É sair um pouco da teoria e ter contato com o real. Nos faz crescer de diversas maneiras”, afirma Rojas. 

 

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